Conhecimento que transforma!

A Revolução das Máquinas

A capa do artigo. Um cérebro sintético se encontra no meio da imagem — conectado a neuro-circuitos, encaixado em sua base mecânica e envolto por uma meninge de vidro. A palavra "REVOLUÇÃO" flutua, dourada, atrás da mente robótica.

Vivemos em uma Revolução Tecnológica. É um período de rápidas transformações que vem tornando sonhos distantes, das ficções de Asimov, realidade — realidade essa que se difunde e normaliza deveras rapidamente em nossas vidas. São tempos da Indústria 4.0.

Fernando Amaral, vice-presidente de Soluções e Inovação da Visa do Brasil, coloca em seu artigo no Canaltech que “Na nossa indústria, temos observado que a janela de tempo entre a introdução de uma nova tecnologia e sua ampla aceitação pública tem se tornado cada vez mais curta.”

Essa é uma revolução sutil, baixa no barulho, porém alta nas promessas de redefinição da produção industrial, dos processos de atuação de empresas, e da comunicação em massa. Ela também implica em novos paradigmas político-sociais.

As fintechs utilizam o poder da IA, por exemplo, no processamento de volumes imensos de dados e na automação de processos. Além disso, com técnicas de Machine Learning, esse mercado consegue potencializar a análise de informações para averiguação de riscos de crédito, agilizando o processo e evitando riscos de inadimplência.

 

 

Nessa discussão, o blog Finsiders comenta sobre a mudança de expectativa do público: “A personalização não é mais uma vantagem competitiva; tornou-se uma expectativa dos clientes.” Com essa normalização das tecnologias, a necessidade de inovação para diferenciar produtos e serviços pode aumentar, e essa não constitui uma pressuposição vazia.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada comenta no Capítulo 4 do livro Políticas de Inovação pelo Lado da Demanda no Brasil sobre a adesão do PBE-V sobre a um case de uso da normalização no impulsionamento da demanda:

“Pressupõe-se […] que a adesão a um programa de etiquetagem veicular, seguindo procedimentos de normalização, influencia a demanda por inovações verdes, uma vez que informa aos consumidores os diferentes níveis de eficiência energética entre modelos e versões de veículos.”

Uma vez difundida, a inovação se torna o mínimo necessário para competir. Daí surgem novas demandas por inovação para desequilibrar as balanças entre a concorrência.

Ferramentas como Modelos de Linguagem, que permitem conversações e a facilitação pesquisa (como o Chat GPT), IA Generativas (como o DALL-E) e a difusão estável (como s Stability.ai), são mais visíveis, mas essa tecnologia vai muito além — e pode ir mais além.

 

 

Outra área da tecnologia que está mudando como interagimos com as coisas do dia a dia é IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas).

De acordo com o site da Corporação Internacional de Máquinas de Negócios (IBM), trata-se de uma rede de aparelhos, veículos, eletrodomésticos, etc, com a incorporação de sensores, programas e redes de conectividade que permitem a coleta e compartilhamento de dados. A IoT está envolvida com conceitos como Objetos, Casas e Cidades Inteligentes.

Esse monitoramento e coleta de dados, ainda de acordo com a IBM, podem auxiliar no melhoramento da eficiência, na tomada de decisões baseada em dados, na redução de gastos e também na experiência dos clientes.

No site Mais Minas, Vanessa Aparecida del Penho descreve algumas implementações do cotidiano, das indústrias e da saúde.

Já existem termostatos inteligentes que auxiliam na regulamentação de temperatura e despertadores linkados ao monitoramento do tráfego para auxiliar no deslocamento e chegada pontual no serviço. Na saúde, está sendo aplicada no monitoramento contínuo, na telemedicina e no processo de diagnóstico. 

Na indústria, ela contribui na manutenção eficiente, na automação e flexibilização de processos e na otimização da supply-chain. Aliada a Big Data e ao machine learning, a Internet das coisas potencializa o trabalho industrial, reduzindo simultaneamente o tempo ocioso e erros no processo, além de aumentar a segurança no ambiente de trabalho.

O Instituto Global McKinsey prevê um possível impacto de $11 trilhões até 2025 a partir de aplicações da IoT. O texto ainda comenta sobre a necessidade da interoperabilidade (trabalho conjunto) dos sistemas para 40% do potencial da Internet das Coisas ser alcançado, havendo uma subutilização de dados coletados no momento.

 

 

Eles ainda comentam os desafios da confiança dos clientes nas aplicações da IoT, havendo questões de privacidade que precisam ser resolvidas. Já existem pesquisas sendo desenvolvidas no campo da IA, utilizando técnicas inovadoras para solucionar problemas de segurança e privacidade de dados.

Essas áreas se misturam — uma ajudando a outra a se desenvolver. Pensando nos campo de pesquisa, desenvolvimento e implementação dessas tecnologias em empresas, existem muitos espaços no mercado a serem preenchidos.

 

Se você quer fazer parte dessa revolução, estar na linha de frente dessa inovação tecnológica, fazer parte da vanguarda dessa nova era, você precisa de uma base — um launching pad.

A Unipap tem mais de 300 oportunidades de evolução no mercado. Se o seu sonho é trabalhar com essas novas tecnologias e crescer, mudar, evoluir tanto quanto a área, temos uma seleção para você.

Você já sabe que ferramentas usar para quebrar os limites da tecnologia e da sua carreira.

Se limitar pra que?

 

Unipap - Conhecimento que Transforma

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